terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Conheça oito mistérios sobre origem da Lua

"Será a Lua uma nave espacial oca enviada para orbitar a nossa Terra num passado pré-histórico?" — Don Wilson, A nossa misteriosa nave espacial Lua.
A Lua é a característica mais dominante do nosso céu noturno e inspira tanto deslumbramento como mito desde a Antiguidade. Embora as últimas décadas tenham proporcionado novos entendimentos sobre muitos mistérios lunares, um grande número de questões sobre este satélite natural permanece sem resolução. Habituamo-nos a este planetóide branco que orbita a Terra a cada 28 dias como uma parte importante do mundo natural. Quando começamos a analisar as qualidades físicas deste familiar vizinho muitos detalhes sugerem que a Lua pode não ser de todo natural. A Lua foi fabricada?! De onde surgiu esta ideia absurda? Foi pela primeira vez sugerido nos anos 60 pelos cientistas russos, Mijail Vasin e Alexander Shervakov, e foi mais tarde apoiada por outros pesquisadores e colegas intrigados por esta hipótese. Esta é composta por 8 princípios que procuram analisar as características mais intrigantes da nossa companheira Lua. A seguir encontra-se um breve sumário destas observações.

Primeiro mistério lunar: um grande satélite, um pequeno planeta

Comparado a outros planetas no nosso sistema solar, tanto a nível da órbita como de tamanho, a nossa Lua pode ser considerada bastante incomum. Outros planetas obviamente também têm luas. Com campos gravitacionais mais fracos Mercúrio, Vênus e Plutão não têm. No entanto, no caso da Terra, que possui um tamanho similar, a sua lua tem um quarto do tamanho do planeta. Comparando este caso com o tamanho imenso de Júpiter ou Saturno que têm pequenos satélites (as luas de Júpiter têm um tamanho aproximado de 1/80 do planeta), em comparação a nossa Lua, aparenta ser uma ocorrência cósmica rara. Outro detalhe interessante é a distância da Lua até a Terra, perto o suficiente para que a Lua tenha aparentemente o mesmo tamanho do Sol. Esta curiosa coincidência é mais aparente durante os eclipses solares em que a lua tapa totalmente o Sol. Finalmente, com uma órbita quase perfeitamente circular, a Lua não se comporta como outros satélites que tendem a uma rota mais elíptica.

Segundo mistério lunar: curvatura improvável

O centro gravitacional da Lua está 6000 pés mais perto da Terra do que o seu centro geométrico. Com uma discrepância tão significativa, os cientistas continuam sem ser capazes de explicar como a Lua consegue manter-se na sua órbita perfeita sem vacilar.

Terceiro mistério lunar: crateras

Pense em fotos que ilustram a superfície da Lua e com certeza irá imaginar um mundo marcado por crateras. A vasta maioria dos corpos espaciais que se dirigem para a superfície da Terra são completamente disolvidos ou significativamente diminuídos devido a vários quilômetros de atmosfera protetora. Sem tal atmosfera, a Lua não possui tal proteção. Contudo quando consideramos a profundidade destas crateras em comparação com o seu diâmetro, isso sugere que a Lua possui material extremamente resistente que previne uma penetração mais profunda. Inclusive crateras com mais de 290 km de diâmetro e que não ultrapassam as 6,5 km de profundidade. Se a Lua fosse meramente um pedaço de rocha homogêneo, estima-se que teoricamente deveriam existir crateras pelo menos quatro a cinco vezes mais profundas. Vasin e Sherbakov propuseram que a crosta lunar talvez fosse feita de um esqueleto de titânio. De fato, foi verificado que a crosta lunar possui um nível extraordinariamente alto de titânio. A camada de titânio ronda os 32 km de profundidade, segundo estimativas da equipe russa.

Quarto mistério: oceanos lunares

Como se formaram os chamados oceanos lunares? Estas gigantescas extensões, que se acredita serem lava endurecida, surgiram a partir do interior da Lua, devido ao impacto de um meteorito. Enquanto esta teoria pode ser facilmente explicada no que diz respeito a um planeta quente ter um interior de lava, muitos afirmam que a Lua sempre foi um corpo frio.
Quinto mistério lunar: inconsistências gravitacionais
A atração gravitacional na Lua não é uniforme. A tripulação da Apolo VIII notou que o seu módulo muitas vezes afundava bruscamente quando voaram perto das áreas oceânicas da Lua. Neste locais, a gravidade parece misteriosamente ter maior influência.
Sexto mistério lunar: assimetria geográfica
No lado mais afastado da Lua (o lado que não pode ser visto da Terra) foram encontradas muitas crateras, montanhas e irregularidades geográficas. Contudo é na face visível da Lua que encontramos a grande maioria das zonas oceânicas. Por que é que 80 % das superfícies oceânicas podem ser encontradas no mesmo lado da Lua?
Sétimo mistério lunar: densidade baixa
Acredita-se que densidade da nossa Lua possui apenas 60 % da densidade da Terra. Vários estudos demonstram o que muitos consideram como a inevitabilidade da Lua ser oca. Em 1982, no livro Moongate: Descobertas Suprimidas do Programa Espacial Americano, o engenheiro nuclear e pesquisador William L. Brian II escreve que evidências recolhidas durante as experiências sísmicas efetuadas no programa Apolo sugerem que "a Lua é oca e relativamente rígida". Adicionalmente, muitos cientistas foram ousados ao ponto de sugerir que tal característica foi criada artificialmente. De fato, de acordo com a posição das camadas superficiais que foram possíveis de identificar, cientistas declararam que a Lua parece ter sido formada "do avesso", um argumento utilizado por aqueles que acreditam na hipótese da construção artificial.
Oitavo mistério lunar: outra teoria sobre a origem
No século passado, existiam três teorias principais sobre a origem da Lua. Uma propunha que a Lua na realidade era originalmente uma parte da Terra que se soltou. Outra teoria propunha que a Lua teria se formado ao mesmo tempo que a Terra, emergindo assim da mesma nébula primordial. Contudo estas hipóteses falharam em justificar as incríveis diferenças na natureza dos dois corpos. A terceira teoria propõe que durante as suas perambulações pelo espaço, a Lua terá sido atraída pela Terra e ficado retida em sua órbita. Os problemas desta teoria encontram-se nas circunstâncias acima referidas: a órbita quase perfeitamente circular e cíclica da Lua e o seu tamanho relativamente grande. Nos casos em que um satélite é capturado por um planeta, seria de se esperar que tivesse uma órbita mais excêntrica ou pelo menos elíptica.
Outro problema com essas três teorias é a incapacidade de justificarem o grande momento angular entre Lua e Terra. A quarta explicação detalhada neste artigo é provavelmente a mais incrível de todas, mas pode explicar as várias anomalias que a Lua apresenta, uma vez que um satélite construído por seres inteligentes não está sujeita às mesmas considerações que seriam de se esperar no caso de corpos criados por um processo aleatório há biliões de anos atrás. De fato, muitos cientistas já aceitam esta teoria como sendo tão válida como as outras. Quando me deparei com esta chocante teoria soviética, revelando a verdadeira natureza da Lua, fiquei estarrecido. A princípio, considerei inacreditável e naturalmente a rejeitei.
Depois, à medida que informações científicas das expedições Apolo trouxeram mais fatos que apoiavam a teoria soviética, compreendi que realmente não havia como rejeitar esta teoria", escreve Don Wilson no prólogo do seu livro que explora a teoria do satélite artificial "A nossa misteriosa nave espacial Lua". Mas se a Lua realmente é artificial, qual o propósito de sua construção e quem a construiu? Terá sido construída somente para brilhar à noite no céu ou tem outros desígnios? O seu campo afeta as marés, os ciclos menstruais das mulheres e alguns acreditam que afeta até o nosso estado mental. Tendo se tornado parte integrante da vida na Terra, é difícil imaginar o nosso mundo sem a Lua. Contudo, é possível que a humanidade em algum momento no passado possa ter vivido sem a Lua.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

domingo, 15 de setembro de 2013

IMPRESIONANTE COLECCIÓN DE 4 FOTOS EN UNA DEL CRISTO REDENTOR EN BRASIL JUNTO CON LA LUNA Y VENUS EN RÍO DE JANEIRO.

8 de Septiembre 2013
 
 
 

Sonda Voyager 1 deixa Sistema Solar e entra no espaço interestelar

Voyager deixa Sistema Solar e torna-se primeira nave interestelar terrestre

A Voyager 1 é o primeiro objeto fabricado pelo homem a chegar ao espaço interestelar, fora da zona de influência da nossa estrela.[Imagem: NASA]

Sonda interestelar

Em uma disputa acadêmica que promete entrar para os anais da ciência, a NASA admitiu oficialmente que a sonda Voyager 1 deixou o Sistema Solar.

Lançada em 1977, agora a uma distância de quase 20 bilhões de quilômetros do Sol, a Voyager 1 é o primeiro objeto fabricado pelo homem a chegar ao chamado espaço interestelar, fora da zona de influência da nossa estrela.

Os dados indicam que a sonda espacial deixou a chamada heliosfera, a "bolha" de partículas carregadas e quentes que envolvem o Sistema Solar, entrando em uma região mais fria.

Os instrumentos da Voyager indicam que a densidade do plasma ao seu redor agora é consistente com as previsões teóricas sobre como deve ser o espaço interestelar.

Os dados coletados entre 9 de Abril e 22 de Maio deste ano indicam que a Voyager 1 está em uma região do espaço com uma densidade de elétrons de 0,08 por centímetro cúbico - os modelos descrevem o espaço interestelar com uma densidade entre 0,05 e 0,22 elétrons por centímetro cúbico.

Contudo, os dados mostraram leituras semelhantes desde Agosto de 2012 - a conclusão final da equipe é que a Voyager 1 deixou o Sistema solar exatamente no dia 25 de Agosto de 2012.

É aí que a controvérsia começa.

Controvérsia acadêmica

Em Maio deste ano, Frank Mcdonald (Universidade de Maryland) e William Webber (Universidade do Novo México) publicaram um artigo afirmando exatamente isso, que a Voyager 1 deixara o Sistema Solar no dia 25 de Agosto de 2012.

Surpreendentemente, a NASA veio a público e negou a alegação em nota oficial, na qual o cientista-chefe da missão, Edward Stone, afirmava que "é consenso da equipe científica Voyager que a Voyager 1 ainda não saiu do Sistema Solar e nem alcançou o espaço interestelar."

Não seria ainda o fim da polêmica.

Em Agosto de 2013, outra equipe da Universidade de Maryland publicou um artigo revisando os modelos sobre a heliosfera e defendendo que a Voyager 1 saíra do Sistema Solar em 27 de Julho de 2012.

Novamente a NASA veio à carga, publicando nota que afirmava que a "Voyager 1 continua dentro da nossa bolha solar".

Agora, alguns meses depois, com a publicação de um artigo por seus "cientistas oficiais", com base exatamente nos mesmos dados, a NASA reconhece que a Voyager 1 realmente deixou o Sistema Solar.

Quem levará o crédito definitivo pela revelação da nossa primeira nave interestelar, isto só a história dirá.

Voyager deixa Sistema Solar e torna-se primeira nave interestelar terrestre
Ilustração da distância percorrida pela Voyager 1. [Imagem: Science]

Naves interestelares terrestres

A irmã-gêmea da nossa primeira sonda interestelar, a Voyager 2, foi lançada um pouco antes, mas ainda não saiu do Sistema Solar - a Voyager 2 foi lançada em 20 de agosto de 1977 e a Voyager 1 subiu ao espaço em 5 de Setembro de 1977.

Agora a Voyager 2 está a cerca de 15 bilhões de quilômetros do Sol, mas na direção oposta.

Além disso, devido a uma conjunção muito rara de planetas, que permitiram que a Voyager 1 pegasse diversos impulsos gravitacionais, ela viaja mais rápido - cerca de 61.100 km/h, enquanto a Voyager 2 segue a 56.300 km/h.

Como ambas são alimentadas por plutônio, elas terão energia para viajar por pelo menos mais uma década, quando então deixarão de transmitir dados e passarão a vagar pelo espaço.

As duas sondas levam discos de ouro com descrições do ser humano e da localização do Sistema Solar e da Terra, além de gravações de sons humanos, incluindo saudações em 60 idiomas.

Bibliografia:

Recent Voyager 1 data indicate that on August 25, 2012 at a distance of 121.7 AU from the Sun, sudden and unprecedented intensity changes were observed in anomalous and galactic cosmic rays
W.R. Webber, F.B. McDonald
Geophysical Research Letters
Vol.: 40, Issue 9, pages 1665-1668
DOI: 10.1002/grl.50383

A Porous, Layered Heliopause
M. Swisdak, J. F. Drake, M. Opher
The Astrophysical Journal
Vol.: 774 (1): L8
DOI: 10.1088/2041-8205/774/1/L8

In Situ Observations of Interstellar Plasma With Voyager 1
Donald A. Gurnett, W. S Kurth, L. F. Burlaga, N. F. Ness
Science
Vol.: Published online
DOI: 10.1126/science.1241681

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

TALAMPAYA: CONCILIO DEL NUEVO TIEMPO

Foto: TALAMPAYA: CONCILIO DEL NUEVO TIEMPO


Foto: nave surcando el cielo estrellado de Talampaya, señalada con un potente láser como referencia.


El encuentro sugerido por los Guías extraterrestres ha sido un evento extraordinario e inolvidable. Más de 250 personas de 16 países (que llegaron desde distintos lugares de Europa, Canadá, Estados Unidos, México, Caribe y buena parte de Sudamérica) nos congregamos del 7 al 9 de septiembre en ese importante santuario de la Hermandad Blanca para irradiar luz al mundo.

Las fechas habían sido dadas por los hermanos mayores del cosmos. Y así lo informamos desde que lo recibimos hace más de medio año en Sierra de la Ventana. Posteriormente nos dieron más información, señalando la importantcia del encuentro de Talampaya para envolver en paz al mundo.

Como recordamos, las fechas del encuentro
 
TALAMPAYA: CONCILIO DEL NUEVO TIEMPO


Foto: nave surcando el cielo estrellado de Talampaya, señalada con un potente láser como referencia.


El encuentro sugerido por los Guías extraterrestres ha sido un evento extraordinario e inolvidable. Más de 250 personas de 16 países (que llegaron desde distintos lugares de Europa, Canadá, Estados Unidos, México, Caribe y buena parte de Sudamérica) nos congregamos del 7 al 9 de septiembre en ese importante santuario de la Hermandad Blanca para irradiar luz al mundo.

Las fechas habían sido dadas por los hermanos mayores del cosmos. Y así lo informamos desde que lo recibimos hace más de medio año en Sierra de la Ventana. Posteriormente nos dieron más información, señalando la importantcia del encuentro de Talampaya para envolver en paz al mundo.

Como recordamos, las fechas del encuentro "coincidieron" con la crisis en Siria. Los extraterrestres lo habían anticipado y por alguna razón deseaban que no se atacara al país árabe en esas fechas. Es un tema que desarrollaré más adelante. Además, el Papa Francisco pediría una jornada de oración por la tensión en Oriente Medio para el 7 de septiembre, la misma fecha que nos habían entregado... Por si ello fuera poco, Obama esperaba la aprobación del ataque militar el día 9. Hoy vemos que nada de esto ocurrió.

Depende de nosotros mantener la energía y el optimismo para afectar los acontecimientos mundiales. Algunos de ellos se pueden evitar, otros, disminuir su intensidad, o postergarlos para asegurar la mejor evacuación de población civil. Como fuere, se cumple aquello de que podemos crear lo que creemos.

Ese fue el principal objetivo del encuentro internacional en Talampaya. Un encuentro que fue abierto, libre, para cualquier caminante que resonara con esta tarea. Nos reunimos sin nombre y etiquetas. Todos allí fuimos un solo grupo.

Los hermanos mayores se dejaron ver en distintos avistamientos. Algunas de esas apariciones fueron registradas por dos fotógrafos profesionales, Cristian Belluco y Matías Zubrzycki, ambos equipados con cámaras sensibles a la luz. Gracias a ellos, obtuvimos registros extraordinarios, en donde se puede ver la trayectoria de los luminosos ovnis surcando el manto de estrellas de Talampaya. La luz de esos objetos era tan fuerte que resalta por encima de las estrellas. Los señalamos con un potente rayo láser para tener una referencia en las fotografías, tal y como lo hicimos anteriormente en Sierra de la Ventana. El apoyo de los Guías, las tres noches, fue contundente.

El día 9, un grupo de 60 personas acudimos a Ciudad Perdida, un enclave telúrico que se halla dentro del Parque Nacional Talampaya. Habíamos recibido instruciones telepáticas para ir allí y hacer un trabajo de conexión en el cerro piramidal ⎯el antiguo núcleo de un volcán, que protege uno de los trece discos solares⎯ con el cristal azul de Erks. Esta experiencia, que fue apoyada desde el campamento base de Talampaya por los otros participantes del encuentro, fue extraordinaria…

Nos ha permitido comprender por qué Talampaya fue el primer lugar donde funcionó el retiro intraterreno de Erks, por qué estuvo separada un tiempo del santuario del Uritorco, y por qué ahora se "unían" en un solo centro de poder.

La presencia de los guardianes de Talampaya y el Uritorco fue impresionante. Se escuchaban sus voces cantar mantras… Mientras un olor a flores inundaba el cerro piramidal. Incluso, algunos fueron tocados por invisibles presencias que les hacían sentir una paz profunda.

El grupo de apoyo que quedó en el campamento también vivió experiencias muy importantes. No pudimos ir todos porque el Parque Nacional solo habilitó transporte autorizado para 60 personas. Aquí debo decir que buena parte del grupo de contacto de Buenos Aires, que venía preparándose para este encuentro desde enero, cedió su lugar para que hermanos del extranjero pudiesen ir a Ciudad Perdida. Un actitud de compromiso que valoro mucho y admiro.

Creamos las condiciones para recibir mensajes en simultáneo. El contacto se dio, y en las comunicaciones se nos anunció una expedición al Belukha, cordillera del Altai, para la segunda mitad del 2014. Un viaje que, de acuerdo a los Guías extraterrestres, nos permitirá completar gravitante información sobre el Plan Cósmico y el rol humano en el nuevo tiempo.

Además, los mensajes recibidos ⎯media docena de recepciones⎯, advertían una experiencia para las 9:00 pm. Según los Guías, algunas personas recibirían los Cristales de Cesio, y otras un elemento etéreo, una suerte de pequeño cristal de luz romboidal, que actuaría como "amplificador" de las facultades de la Glándula Pineal, que involucran, como sabemos, la co-creación y sanación. Este elemento, por lo que entendimos, sería temporal, sólo para mostrarnos de lo que somos capaces si a través de una disciplina de preparación mística activamos nuestras habilidades psíquicas por mérito propio.

Y así ocurrió: a las 9:00 pm., luego de la presencia de los Guías en los cielos de Talampaya, decenas de personas recibieron esta iniciación, que fue coordinada entre los Guías extraterrestres y los guardianes del Uritorco y Talampaya. En medio de esa sentida experiencia, me vi proyectado, astralmente, en un "viaje" espontáneo y súper vívido hacia el interior del Belukha. Allí tuve una breve pero valiosa entrevista con Emuriel, el ser que conocí en la expedición al desierto de Gobi, Mongolia, en 2007. Emuriel, quien ya no se encuentra en cuerpo físico en el Altai, me entregó pautas para el viaje al Belukha y me hizo comprender el trabajo que habíamos hecho en Talampaya.

Escribiendo estas líneas, una gran cantidad de información surge en mi mente. Ahora entiendo mejor el significado de los desconcertantes petroglifos de Talampaya que, dicho sea de paso, durante una excursión al cañón, pude fotografiar. No sólo los que se muestran al "turista", sino los inéditos. En 2002 ya había obtenido un registro parcial de ello. Pero en este viaje pude fotografiar en alta resolución los petroglifos "prohibidos".

Debido a la importancia de las experiencias que hemos vivido, la información recibida, y las imágenes que logramos, siento que debo escribir con mayor detalle lo que es realmente Talampaya, y darlo a conocer. A partir de mañana escribiré un pequeño libro sobre todo ello, que espero publicar digitalmente en unas dos semanas. El texto, que será ilustrado con imágenes, podrá ser descargado libremente. El mensaje debe llegar a todos.

El encuentro terminó en un ambiente de mucha paz, y también nostalgia por la despedida. Conocí personas extraordinarias. Fue hermoso ver a distintos grupos espirituales, de contacto, de investigación ovni (como los amigos de la Fundación de Pedro Romaniuk), o personas ajenas a estos temas pero con un sentimiento fuerte de participar, trabajando, todos, unidos.

Luego de que terminó el encuentro en Talampaya, subimos a nuestros vehículos y emprendimos el viaje de retorno.

En la ruta, nuestro chofer del minibus nos advirtió de un violento accidente. Se veía un auto destrozado; al parecer, había perdido el control y volcó. Esa ruta es muy peligrosa y tiene varios antecedentes de autos que se salieron del camino (velocidad, animales que se cruzan, etc).

Luego nos enteramos que cuatro participantes del encuentro se hallaban en ese coche…

Nos informamos y supimos que dos de ellos estaban bien, pero los otros dos ocupantes del vehículo habían sufrido serios golpes. Estaban en grave estado y por ello fueron traslados de urgencia al hospital regional Enrique Vera Barros, en donde se les iba a operar.

Ya reunidos en Capilla del Monte, más de 30 personas hicimos un trabajo de sanación. Les pedimos a los guardianes de Talampaya y a los Guías extraterrestres su ayuda. Así, pudimos visualizar a nuestros hermanos sanándose, saliendo adelante pese a la gravedad de la situación.

Más tarde recibimos una llamada: nuestros hermanos se habían recuperado. Los médicos no lo podían creer… Tenían heridas internas muy graves, y éstas se sanaron. Desconcertados, los médicos no hicieron la cirugía y les dieron de alta…
Tenemos las pruebas previas y toda la documentación que acredita esto.

Luego supimos que nuestros amigos accidentados trabajaron también consigo mismos, poniendo en práctica todo lo aprendido y recibido; sintieron nuestro apoyo y hasta escucharon nuestras voces. Además, un ser de Talampaya se comunicó con ellos y les apoyó…

Todo ha sido extraordinario…

El mensaje, una vez más, prevalece: en medio del pesimismo, hay razones para creer y crear. 

Gracias por el apoyo. El encuentro en Talampaya ha sido un evento extraordinario.

Sigamos trabajando por la luz. Aún hay mucho por hacer…

Ricardo González en nombre de todos.